quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Vida na Roça

 


                                                   


                                     


                                                                   Vida na roça.


Uma homenagem (In Memory) Ao Irmão Luiz Rodrigues de Oliveira e Marcos Ribeiro do Valle. aos meus Pais Alicio e Maria. 


No ano 1960, morávamos no sítio de nosso avô, mas não há via espaço para plantio, nosso pai precisava expandir seu plantio para tirar o sustento para seus filhos, numeroso, (09 filhos), resolveu mudar para a fazenda de Francisco Rodrigues de Oliveira, (Chiquinho Garcia), para zelar pelas divisas e usar as terras para plantar, e fazer a derrubada das restingas que existiam na fazenda, preparando o solo para a futura inundação da Represa de Chavantes. Buscar toda madeira de lei para ser entregue a serraria de Nego Estella.

Meu pai entregava as madeiras de lei e as que não eram era transformada em cortes para as Olarias que usavam lenha para aquecer os fornos de maturação dos tijolos e das telhas.

Meu pai não recebia salário pelo zelo da fazenda, mas tudo que produzia era nosso, e plantávamos , feijão, arroz e milho, e as madeiras brancas que era transformada em lenha. La tinha a madeira de lei que era oleo, peroba, Cana Fistola, que foram vendidas para o Nego Estela e o acerto era feito direto com o senhor Chiquinho e o Nego Estela. A nosso pai cabia somente as madeiras brancas , que era transformada em lenha, que era para a limpeza da área a ser inundada.

No ano de 1962, foram passar uns dias em Fartura, os primos José Flávio e Marcos, este filho de João Jacques Ribeiro do Vale e aquele de Francisco Rodrigues de Oliveira.

Foram até a fazenda do pai de José Flávio, (seu Chiquinho) como nós o tratávamos.

Estiveram la na nossa casa, foram recebidos pelos nossos pais, mas, combinaram com o irmão Luiz, tinham as mesmas idades, 18 e 19 anos.

Conversaram e combinaram que no dia seguinte, andariam a cavalo, saindo da fazenda, indo até o centro da cidade, que ficava sete quilômetros. (andaram a cavalo), como disse Marcos a sua esposa Maria Emilia.( in Memória).

O irmão Luiz de manhã preparou as três montarias, logo chegaram, Marcos e José Flavio, partiram para desejada caminhada de cavalos até a cidade.

Andaram pela cidade, deram voltas pelo centro, jardim da praça da nossa Matriz, e todos os locais que queriam visitar,

La pelas doze horas, retornaram da montaria. Minha mãe Maria tinha preparado um almoço, comum quando recebe-se visitars. ( Feijáo, Arros e Frango e uma salada de Alface), pala do Marcos Ribeiro do Valle, ( A comida mais gostosa que comeu) In Memory, palavras falada por Marcos a sua esposa, (Maria Emilia).Em um dia cheio de emoções, passeio a cavalo e saborear um frango caipira com arroz.

O entrosamento dos três Luiz, José Flavio e Marcos, não parou por ai.

O irmão Luiz fêz companhia ao Flávio e ao Marcos, tambem a noite na praça de Fartura, passearam e conversaram, pois, o jardim durante a noite sempre tinha gente passeando após as missas ou a saida do cinema.

Passaram-se muitos anos, (62), hoje em memória aos meus pais (Alicio e Maria), em Memória aos amigos, Luiz e Marcos, em homenagem ao José Flavio, faço esta pequena descrição, dos fatos ocorridos, nos idos de 1962, que ficou na memória de Marcos Ribeiro do Valle, lembro da doçura em que sua Mãe tratava minha Mãe, ensinando a mim e a minha Mãe a recuperar meu dedo mindinho encolhido pela queima no forno de sabão, e o carinho que meus pais tiveram ao receber Marcos e José Flávio em casa.

Tudo isto nos leva a ter muita saudade, dos nossos entes queridos. Meu pai Alicio, minha Mãe Maria, meu irmão Luiz e nosso estimado amigo Marcos Ribeiro do Valle. Só nos resta dizer Saudade. Saudade, Saudade.


Jorge Rodrigues de Oliveira.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Casos de Fé de minha Mãe Maria, Nossa Casa ficou toda com odor do Incenso.

   





Antigamente em Fartura as celebrações de Natal do dia 31 de dezembro era celebrada a meia noite, a da sexta feira santa as 09,00 horas da noite.
Moravamos no sitio no bairro Barra Sêca que ficava 07, 00 kilometros da cidade de Fartura.
Em casa tinha eu e meus irmãos pequenos para aguentar uma caminha dessa de volta la pela meia noite quando terminava a missa da Sexta feira Santa.
Por este motivo foram para a missa meu pai Alicio, irmão Luiz e o irmão José que aguentavam esta caminhada.
Em casa ficou minha mãe Maria, eu Jorge, irmão Elias, minha irmã Cida e a caçula Benedita que éra bem novinha, minha Mãe estava de diéta ainda.
Estavamos na cozinha, minha mãe Maria, eu Jorge, irmão Elias, e a Cida ja dormindo era bem pequena.
Eu e o Elias comentamos que a quaresma ia terminar e ai poderiamos comer carne no Domingo de Pascoa, pois passamos os 40 dias sem comer carne. Isto era tradição dos Católicos naquele tempo, em 1953.
Mas o que nôs marcou foi que mais ou menos na hora que o altar era insençado, nossa cozinha se encheu do cheiro de incenso, nossa Mãe disse, isto é cheiro do insenço do altar, estavamos a 07 kilometros de Fartura e em casa não tinha incenso.
Percebemos este fato adimiravel do cheiro do incenso, que comentamos quando chegou nosso Pai Alicio e os irmãos Luiz e José.
Isto tudo se ressume como era tão grandioso a Fé de minha Mãe Maria, que éra uma fervorosa devóta de Nossa Senhora Aparecida.
De tantas graças alcançadas, pedindo a cura de um filho, de um néto, ou sua própria cura.
Por isto digo:
Tenha Fé, acredite que Deus te proverá, teu corpo, tua mente e conseguira o bem que desejas.
Basta ter fé, em algo que acredites piamente.
Minha Mãe era devota de Nossa Senhora Aparecida, sempre foi Católica Apostólica Romana.
Tudo isto se ressume em ter Fé.
Jorge Rodrigues de Oliveira.






Antigamente em Fartura as celebrações de Natal do dia 31 de dezembro era celebrada a meia noite, a da sexta feira santa as 09,00 horas da noite.
Moravamos no sitio no bairro Barra Sêca que ficava 07, 00 kilometros da cidade de Fartura.
Em casa tinha eu e meus irmãos pequenos para aguentar uma caminha dessa de volta la pela meia noite quando terminava a missa da Sexta feira Santa.
Por este motivo foram para a missa meu pai Alicio, irmão Luiz e o irmão José que aguentavam esta caminhada.
Em casa ficou minha mãe Maria, eu Jorge, irmão Elias, minha irmã Cida e a caçula Benedita que éra bem novinha, minha Mãe estava de diéta ainda.
Estavamos na cozinha, minha mãe Maria, eu Jorge, irmão Elias, e a Cida ja dormindo era bem pequena.
Eu e o Elias comentamos que a quaresma ia terminar e ai poderiamos comer carne no Domingo de Pascoa, pois passamos os 40 dias sem comer carne. Isto era tradição dos Católicos naquele tempo, em 1953.
Mas o que nôs marcou foi que mais ou menos na hora que o altar era insençado, nossa cozinha se encheu do cheiro de incenso, nossa Mãe disse, isto é cheiro do insenço do altar, estavamos a 07 kilometros de Fartura e em casa não tinha incenso.
Percebemos este fato adimiravel do cheiro do incenso, que comentamos quando chegou nosso Pai Alicio e os irmãos Luiz e José.
Isto tudo se ressume como era tão grandioso a Fé de minha Mãe Maria, que éra uma fervorosa devóta de Nossa Senhora Aparecida.
De tantas graças alcançadas, pedindo a cura de um filho, de um néto, ou sua própria cura.
Por isto digo:
Tenha Fé, acredite que Deus te proverá, teu corpo, tua mente e conseguira o bem que desejas.
Basta ter fé, em algo que acredites piamente.
Minha Mãe era devota de Nossa Senhora Aparecida, sempre foi Católica Apostólica Romana.
Tudo isto se ressume em ter Fé.
Jorge Rodrigues de Oliveira.
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Mauricio Teixeira Garcia e Fatima Ribeiro
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sábado, 20 de janeiro de 2024

 

Histórias da Barra Seca Fé.

 



                                                                      Fé


Um dia uma senhora foi até a Santa Casa da Misericordia em São Paulo a procura de tratamento para sua visão, pois estava com a vista muito embassada e diminuindo a visão.
O diagnostico foi que estava com
Catarata e precisava ser operada.
Ficou na espera para passar por especialista, para marcar cirurgia.
Com a
demora para marcar a tal cirurgia, procurou outros meios, e um destes foi buscar uma curadeira em Jacarézinho, onde propos a tal cirurgia de catarata.
Esta pessoa era muito católica, tinha uma fé em Nossa Senhora Aparecida, pois ja hávia recebido graças ao invocar seu Santo nome.
Assim foi que aconteceu o tal fenômeno, cirurgia espiritual, para uma pessoa muito religiosa e crente em Nossa Senhora Aparecida!
Logo após estes fatos esta pessoa voltou a Santa Casa de São Paulo.
O que ocorreu, segundo os médicos que a atenderam, nada mais poderiam fazer, pois, notaram que haviam sinais que tal cirurgia tinha ocorrido e havia a recuperação da visão.
Foi que esta pessoa relatou os fatos ocorrido e que não tinha passado por médicos, a não ser os da Santa Casa da Misericordia em São Paulo!
Este é o fenomeno da fé.
Fé é acreditar firmemente que o seus desejos vão realizar, principalmente a cura do corpo e da alma!
Esta pessoa sempre teve muita fé em Nossa Senhora Aparecida, pois, por Ela recebeu muitas graças, inclusive a cura da Catarata que deixou muitos médicos abismados, pois seus pedidos quase sempre eram realizados.
Isto se Chama Fé.
Fé é acreditar sempre, é um fenômeno da nossa mente, que nos cura de todos os males. Com a proteção de uma divindade de sua escolha. Seja o que for. Nestes casos sempre foram Nossa Senhora Aparecida.
Sou testemunha ocular destes fatos, pois esta pessoa, era minha Mãe Maria, que era devota de Nossa Senhora Aparecida.
Portanto sempre tenha Fé, que recebera sua graça.
Jorge Rodrigues de Oliveira.

Comentários

  1. Você que tem muita fé, acredite com conseguira. Minha ´Mãe Maria tinha muita fé, muita coisa consegiu