quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

A Peroba Rosa da fazenda de João Bento de Castro


A Peroba Rosa da Fazenda João Bento de Castro.
Hoje resolvi descrever a história sobre esta Arvore de muitos anos do sitio dos Bentos.
Era uma Peroba Rosa, hoje rara, segundo me informaram só é encontrada nos Chacos do país vizinho o Paraguai.
Esta arvore ficava na parte que ficou para os Goizinhos, bem próximo ao sitio de Jose Rodrigues de Castro (Zé Mané), tinha uma estrada que passava 15 metros desta arvore, dividia o sitio dos Goizinhos com o de Zé Mané, sitio este que havia comprado da parte da Tia Sebastiana Benta de Castro.


Peroba Rosa da Fazenda de João Bento de Castro meu tataravô
O local desta arvore centenária era similar, pois é até hoje um local que água da chuva parava e empossava. E o terreno de terra roxa. Marquei o local com x
Mario Stella queria tirar esta peroba, mas nenhuma das pessoas herdeiras assinavam a tal de autorização.
Procurado o Tio José Rosa de Paula ou compadre José Bertoldo, cunhado de José Rodrigues de Castro (Zé Mané) este assinou a autorização para que Mario Stella derrubasse a tal peroba., contrataram o Dilino carroceiro para transporta-la.
O local onde esta Peroba ficava, como disse, era um local de charco, muito úmido, pois toda a água que vinha das partes altas parava ali e ficava meio pantanoso.
Fartura tinha os Carroceiros que faziam este transporte de toras nos carroções especiais para transporte.
Dilino colocou o Carretão, como chamavam estes transportador de toras, colocou as madeiras, começou a catraquear para cima do Carretão. Fez varias tentativas, pois o peso era grande, até que em uma das tentativas começou a mover para cima do Carretão, mas quando o peso começou a ficar intenso, em vez de subir, começou a tombar o Carretão, então houve desistência do Dilino carroceiro, o peso era grande era madeira maciça, pesada.
Transportaram em caminhão, que na época eram poucos, devido a precariedade das estradas e o custo.
Houve necessidade de transportar uma tora por viagem, devido peso.
Me recordo mesmo passando, muitos anos ,toco da peroba permanecia no local, foi necessário colocarem fogo nos restos da tora que permanecia, lembro o local , a pessoa mais alta que tinha era o Mario Martins que deitava sobre o toco e esticava seus braços assim mesmo sobravam espaços, tinha em torno de dois metros. Esta foto tirei dos arquivos originais de Marcos Richter, filho de Henrique, Fotos esta dos arquivos de Henrique Richter, que contem fotos importantes de Fartura.
Todas informações, de Benedito Rosa de Paula autorização de seu pai José Rosa de Paula, assinando esta ordem.
A dificuldade de Dilino Carroceiro em executar o transporte, devido o peso excessivo, informação está de Mario Bento de Castro que viveu a época do ocorrido. Segundo constava, existia um pedaço desta tora no Museu Nacional no Rio de Janeiro, provavelmente, se existiu, com o incêndio, queimou, pois nada restou.
Mais um fato das Histórias da Barra Seca, um fato real a Peroba Rosa do sitio dos Bentos de Castro. Eu vi o toco da peroba. na fazenda de João Bento de Castro meu tataravô.


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