quarta-feira, 4 de março de 2020

Cidades Encontros e contos as Margens do Rio Itararé.



        Rio Itararé da Nascente ao Encontro com o Rio Paranapanema
        Cidades contos e encontros as Margens do Rio Itararé.


Getulio Vargas em Itararé, revolução de 1930


Hoje  vou falar sobre o Rio Itararé, rio que serviu para os seus ribeirinhos viver e divertir as suas margens´
Era um rio muito piscoso, ali pescando podia fisgar um surubi, dourada, peixes que podiam chegar a mais de 10 quilos.
 Meu avô citava que em uma pescaria pegou dois surubis que tinha em torno de 01,50 m, outros pescadores pegavam Curimbatás, Piava, Campineiros, cascudos, piranhas, pacus, traíras, todos peixes saborosos.
Vou colocar um texto da Wikipédea que descreve o Rio Itararé colocarei uma foto de sua nascente.
"Itararé" é um termo tupi que significa "pedra escavada". Designa rios subterrâneos, que correm no interior de pedras calcáreas[1]. O rio Itararé divide os estados de São Paulo e Paraná na altura das cidades paulistas de Bom Sucesso de Itararé, Itararé, Riversul, Itaporanga, Barão de Antonina, Fartura, Timburi e Chavantes com as cidades paranaenses de Sengés, São José da Boa Vista, Santana do Itararé, Salto do Itararé, Siqueira Campos, Carlópolis e Ribeirão Claro. É um rio que em certa altura torna-se subterrâneo, apresentando várias grutas; daí seu nome. Às margens do rio Itararé já viveram muitos índios "bugres", designação generalista para indígenas. Em certo ponto é possível atravessar do estado de São Paulo para o Paraná de balsa, esta já existente há décadas no mesmo lugar. O rio apresenta várias quedas d'água no seu curso e uma beleza ímpar, mas por sua geografia acidentada não apresenta muita navegabilidade.

O Rio Itararé nasce no município de Bom Sucesso do Itararé, percorre poucos quilômetros já passa dividir os Estados do Paraná e São Paulo


NASCENTE DO RIO ITARARÉ
Em todo seu percurso podemos ver o vale do Itararé, grandes morros e pedras esculpidas pela água. Seu primeiro ponto turístico que chama atenção é a cachoeira do Corisco em Itararé (SP) e Sengés (PR), uma cascata em forma de coração que cai no rio Itararé. Depois o percurso se fecha formando um enorme buraco escuro, já perto de da zona urbana de Itararé tem o Parque Ecológico da Barreira, lugar com grutas e cachoeiras. O rio vai aumentando até chegar na represa de Xavantes onde se tem muito lazer por conta das prainhas de água doce, a principal é a prainha de Alemôa, Siqueira Campos (PR), onde se pode andar de balsa. Entre Carlópolis (PR) e Fartura (SP) encontra-se a terceira maior ponte fluvial do Brasil.. Wikipedea

PONTO ONDE O RIO ITARARÉ PASSA A DIVIDIR SÂO PAULO E PARANÁ

Nestete ponto o Itararé começa a fazer a divisa entre São Paulo e Parana, depois de poucos quilômetros de sua nascente no município de Bom Sucesso do Itararé. Mostro a cidade  a seguir.
Bom Sucesso do Itararé.
O município de Bom Sucesso de Itararé foi criado em 27 de outubro de 1991. Sua formação administrativa teve início recente, com a criação, em 27 de dezembro de 1985, do distrito com sede no povoado de Bom Sucesso, no município de Itararé.
Até pouco tempo era um distrito de Itararé. Local com muitas mineradoras.

Itararé é o maior Município que margeia o Rio Itararé,
Tem muitas histórias que envolve o nome do Rio Itararé
Foi o caminho do Tropeiríssimo ligando Viamão no Rio Grande do Sul a Sorocaba , São Paulo, foi palco de disputa na revolução de 1932.Tem muita história ligada a Revolução Constitucionalismo de 1932, o ano passado foi inaugurado o Museu da Revolução Constitucionalista de 1932.
A Família Rolim de Moura, destacou-se no movimento Constitucionalista de 1932, sendo lideres contra o governo de São Paulo, amargaram as consequências por este fato, mas com a vinda do Confederalista para Itararé, inclusive Getúlio Vargas la esteve, foram reabilitados sendo a liderança desta família reconhecida.
Há muitas Lendas que envolve o Rio Itararé, o rio percorre em alguns lugares sob a terra desaparece ressurge , hã muitas grutas devido a sua formação, não é um rio navegável, há muitas cachoeiras, e é muito pedregoso, isto na sua parte inicial.
Dentro algumas histórias colhi esta lenda que vou postar.


Sabe-se que o nome de nossa cidade é de origem tupi-guaraní , e significa “pedra que o rio cavou” , ou “curso subterrâneo de um rio através das rochas” , descrevendo assim o percurso do  sinuoso Rio Itararé por debaixo de rochas escavadas pelas fortes corredeiras d’água.
Uma das explicações indígenas para tal nome é a lenda de “Taiguara e Uariri”.
“Taiguara era um bravo guerreiro da tribo guaianãs e estava apaixonado por Uariri , que era a mais bela e formosa índia de toda tribo tupí .
Taiguara para encantar a sua Uariri , todas as tardes mergulhava num tranquilo rio às margens da aldeia , para encontrar pedrinhas douradas , em prova do seu grande amor pela jovem encantadora.
Um dia , o jovem , em sua busca pelas pedrinhas , sem perceber uma pedra pontiaguda nas profundezas das águas , acabou batendo com a cabeça e desapareceu , deixando seu sangue tingir o rio . Uariri vendo o episódio se apavorou e se jogou na água também e desa

Há muitas Grutas nas proximidades de Itararé, isto leva a cidade a ser bastante visitada. Colocarei algumas grutas da Barreira do Itararé. Gruta Transparente. Gruta da Imagem da santa no rio Itararé.


 Um pouco da história da cidade de Itararé.
Itararé em tupi-guarani significa "pedra que o rio cavou", pois o rio Itararé corre em um leito rochoso que foi sendo desgastado pela correnteza formando altos paredões, grandes cachoeiras e belas grutas.
Inicialmente habitado por índios Guainazes, tornou-se ponto conhecido de bandeirantes, exploradores, jesuítas e estudiosos, firmando-se como um dos pontos de descanso dos tropeiros que convergiam do  levando animais para a feira de Sorocaba pelo conhecido Caminho das Tropas.
A organização do município teve início em 1725 com a doação de 3 sesmarias com o propósito de povoamento e desenvolvimento da agricultura e criação. As 3 propriedades acabaram na mão de um mesmo dono, que registrou a propriedade como "Fazenda de São Pedro" em 1836. Com o desmembramento constante da propriedade, no ano de 1879 um dos fazendeiros constrói uma capela no ponto de maior aglomeração, à margem do riacho da "Prata", elevando seu status para povoado.
De passagem a caminho do sul, o naturalista e historiador, Auguste de Saint-Hilaire, registra em seu livro a situação do povoado, o encontro do riacho da "Prata" com o rio Itararé e até mesmo a existência de índios bárbaros que atacam fazendas próximas à mata.
Seguindo o mesmo caminho de Auguste de Saint-Hilaire, o célebre naturalista francês, Jean Baptiste Debret fez uma aquarela da ponte de madeira que existia sobre o rio Itararé, retratando a dificuldade em se atravessar com os animais na estreita ponte.
No dia 10 de março de 1885 torna-se Freguesia, em janeiro de 1891 torna-se Curato e 3 de fevereiro de 1891 torna-se Distrito de Paz. Com a lei nº 197 de 28 de agosto de 1893 , decretada pelo congresso legislativo do estado de São Paulo, cria-se o Município de São Pedro de Itararé, desvinculando-o do município de Itapeva (da Faxina). Em 31 de outubro do mesmo ano e feita a primeira eleição para a Câmara Municipal. No dia 8 de dezembro de 1897 passou a ser Paróquia. O prefeito só passou a surgir em 1898, sendo eleito anualmente pelos vereadores. Finalmente, pela lei nº 1887, de 8 de dezembro de 1922 foi definida como Comarca, contudo a cerimônia de instalação deu-se somente em 26 de fevereiro de 1923.


Presidente Getúlio Vargas e sua comitiva durante a Revolução de 1930 na então estação ferroviária, hoje centro de eventos.
Durante a Revolução de 1930 quando Getúlio Vargas partiu de trem rumo a capital federal (então Rio de Janeiro), esperava-se que ocorresse uma grande batalha em Itararé, que não ocorreu pois a cidade acolheu Getúlio na estação ferroviária, permitindo sua entrada no Estado de São Paulo, e os militares depuseram o presidente Washington Luís em 24 de outubro daquele ano.
 Como se ve Itararé sempre participou dos últimos movimentos revolucionário quando houve deflagação e contenda , pois estava situva na divisa entre São Paulo e Parana e tinha o meio de transportes  a ferrovia..Em Itararé tem lendas, historias e realidade. Itararé tem atualmente 50.000 habitantes, IDH. 0,732, RPC, 11803,25.
Santa Cruz dos Lopes é um Bairro da zona rural de Itarare...
Riversul, era o antigo Ribeirão Vermelho do Sul, foi mudado o nome pois há em Minas Gerais uma cidade com mesmo nome, é uma pequena cidade com uma população de 6.163 habitantes, renda per capta pib. 6.185 reais , idh.0,664.

 
Riversul: antigo Ribeirão Vermelho do Sul..
Itaporanga também é banhada pelo Rio Itararé, foi uma cidade influencia de Barão de Antonina, homem de grande atuação naquela região, foi através dele que conseguiu a pacificação dos Indios que ali habitava, os quais e após ter reservado uma área de terras as tribos resolveram ir para a região de Bauru, área reservada  foi chamada de Nucleo, veio a ser o Municipio de Barão de Antonina.
Eis a história de Itaporanga ou São João Baptista do Rio Verde, com sua imensa Abadia.
 A história de Itaporanga está ligada à figura do Barão de AntoninaJoão da Silva Machado, senhor de extensas sesmarias no norte do Paraná e sul de São Paulo. A ocupação de suas terras foi marcada pelo trabalho de catequização dos índios caingangues que as habitavam[6]. Para esta tarefa, solicitou a presença de padres capuchinhos vindos da Itália com a intervenção de dom Pedro II, em 1843[7].
Ao frei Pacífico de Montefalco, coube a zona do Rio Verde, área demarcada pela confluência dos rios Verde e Itararé. Em 21 de agosto de 1845, o frei fundou o núcleo populacional do qual nasceria o município de Itaporanga, erguendo uma capela e uma casa rústica no meio da mata.
O antigo povoado, chamado "São João Batista do Rio Verde", foi elevado a freguesia do município de Itapeva (município este então conhecido como "Faxina") em 5 de março de 1855 e, em 6 de março de 1871, foi elevado a vila, separando-se de Itapeva. Foi elevado a cidade em 11 de junho de 1898. Em 21 de junho de 1899, o nome do município foi alterado de "São João Batista do Rio Verde" para "Itaporanga", termo de origem tupi que significa "pedra bonita", através da junção dos termos itá (pedra) e porang (bonito)
Esta a cidade de Itaporanga, população, 15140 habitantes, PIb 7174,00, IDH,0,719..
Itaporanga também é banhada pelo Rio Verde, que vai desaguar no Rio Itararé , sendo seu maior afluente, é um rio de aguas ligeiras, contem muitas correntezas, com o lago de Chavantes isto ficou menor, pois foi alagado por alguns quilômetros além de sua foz, Fartura esteve por algum tempo sobre a administração de Itaporanga, pouco antes deste a tornar município..
Outro caso a destacar é a construção de sua Abadia.


Barão de Antonina foi um Nucleo reservado aos Indios por acordo, mas  resolveram ir para a região de Bauru com isto ficou esta área onde foi denominado Nucleo Barão de Antonina,mais tarde com a criação do Minicipio veio a chamar Barão de Antonina  em homenagem ao seu patrono.
 
O Município de Barão de Antonina, situado no Sudoeste do Estado de São Paulo, iniciou-se quando o Sr. João da Silva Machado, o Barão de Antonina, fez a doação dessa área ao Governo do Estado, a fim de que este a destinasse aos índios existentes na região. Tendo porém, os silvícolas se retirado para o município de Bauru, o Governo permutou estas terras, pelas quais estavam ocupando. A área liberada foi reservada à Fundação de um núcleo Colonial, o qual recebeu a denominação de Núcleo Colonial Barão de Antonina. O departamento de Imigração e Colonização iniciou a locação e demarcação dos lotes de uma área aproximada de 16.906,75 hectares, no ano de 1929. Em 1930, os 437 lotes rurais foram concedidos 75(enta e cinco por cento) a brasileiros e 25(vinte e cinco por cento) a estrangeiros, compostos por 14 (quatorze) nacionalidades. Na sede foram loteadas 200 datas urbanas e 40 chácaras. Teve início a instalação da sede, com escritório, tendo diretor e pessoal habilitado para dirigir e orientar os colonos, no cultivo da terra e fornecimento de armazém, durante o primeiro ano da ocupação do lote.
No início do Núcleo era grande a produção de algodão, seguindo trigo, centeio e cereais. Em 1942, a região passou por uma pequena decadência, devido a epidemia de malária, atingindo na época 99(noventa e nove por cento) da população. Em 1945, criou-se o Distrito de Barão de Antonina, subordinado a Comarca de Itaporanga. Em 1964 foi criado o Município de Barão de Antonina, nesse período, desenvolvendo-se a cultura do café, milho, arroz, feijão e batata. Em 1969, houve nova onda de migração, em razão do represamento dos rios Itararé e Verde, da Usina Hidroelétrica de Xavantes, que alagaram as áreas mais cultivadas, reduzindo a área do município para 12.700 ha. Atualmente, a base da economia do Município se concentra na Pecuária de Leite e Corte, Olericultura (inclusive cultivo em ambiente protegido - Plasticultura), Fruticultura, Milho, Feijão e Café.,população,3116 habitantes, RPC, 8308,55 reais, IDH, o,706.
Balsa que liga Fartura a Barão de Antonina, Represa de Chavantes . Ponte entre Fartura e Carlopolis, Ponte Benedito Garcia Ribeiro.



Fartura é cidade em que o Rio Itararé percorria por uma longa distância, desde a Serra chamada de Matos dos Índios até quase a foz com o rio Paranapanema, que com o represamento da Usina Hidrelétrica de Chavantes, suas terras agriculturáveis e da agropecuária ficaram sobre este lago formado, sendo muito prejudicial ao Município , muitas famílias foram expulsas do campo, este rio nos tempos áureos era bom para pescar. Fartura é uma cidade que recebeu um grande contingente de imigrantes, principalmente da Itália, com isto foi pedido para que mandasse padres italianos para o município, que foi atendido, isto confirmando a religiosidade do seu povo, e o aproveitamento de suas terras roxa para a agricultura, principalmente do café, a religiosidade do seu povo, também refletia nas festas de junho, onde era tradicional a festa de São João na fazenda de João Bento de Castro, uma longa tradição, pois uma semana antes preparavam os pães, os biscoitos de polvilho, as broas de fubá na folha da banana e a fogueira da véspera para o dia de São João o terço  era rezado, a queima dos fogos com o levantamento do mastro


. Fartura hoje é tradição a sua educação com o Grupo Escolar Coronel Marcos Ribeiro, escola centenária, tem grande destaque no estado de são Paulo. Era par ter a Estrada de ferro ligando Itararé a Fartura, prosseguindo até o encontro a Estrada de Ferro Sorocabana que ia até Presidente Prudente, mas por interferências politicas não levaram avante tal construção, com isto Fartura ficou ilhada, entre os centros maiores Ourinhos e Itararé, com isto a cidade não evoluiu. Falar de fundadores eu cito moradores que vieram de São Simão para Fartura, os Castro, os Vieira de Gusmão e os Rolim de Moura, educadores que vieram cedo para Fartura.Cidades de dois Bispos, Dom Mauro e Dom Gorgonho.  
Historicamente habitadas pelos índios caiovás da macrofamília guarani, as férteis terras farturenses começaram a atrair colonos no fim do século XIX, época em que grandes aldeamentos foram realizados sob a liderança do Frei Pacífico de Montefalco e financiamento de João da Silva Machado, o Barão de Antonina.
Em 1880, cumprindo uma promessa feita por seu pai, Manoel Remígio Viana realiza uma doação de terras a Luís Ribeiro Salgado e Vicente de Oliveira Trindade com o encargo de construírem uma capela em homenagem a Nossa Senhora das Dores, padroeira do município. A conclusão da obra só foi possível com os esforços prestados pelas famílias locais, que recentemente haviam construído um cruzeiro de madeira sob o qual rezavam aos domingos e feriados santos. A forte religiosidade dos primeiros farturenses é representada pela cruz em vermelho vivo presente no brasão do município, símbolo de elevada fé cristã segundo a heráldica tradicional. 
Em 1881, a recém-empossada Câmara Municipal de Piraju envia a Fartura o fiscal de tributos Manuel Martins com o objetivo de cobrar os impostos devidos pela crescente povoação, iniciando ali a sua luta para impedir que o povoado fosse elevado à categoria de Distrito e, posteriormente, a construção de uma nova paróquia. No entanto, em 7 de Fevereiro de 1884, Domingos Antônio Raiol, então presidente da província, sanciona a Lei n. 5 da Província de São Paulo, elevando o povoado da Capela Nossa Senhora das Dores de Fartura à categoria de Freguesia de Fartura, desmembrando-a de Piraju e a anexando a Itaporanga.[5]
Aos 31 de março de 1891, ano da primeira Constituição republicana,[6] após enfrentar muita resistência política, Américo Brasiliense de Almeida Melo edita o decreto n. 145/1891 do Estado de São Paulo, elevando a recém-formada freguesia de Fartura à condição de município. Nesta data é considerada a fundação do município, celebrada pelos munícipes com a EXPOFAR, comumente denominada Festa de Fartura. A tradicional festa de aniversário da cidade proporciona aos munícipes e moradores das cidades vizinhas diversas atrações artísticas e culturais, como shows de música sertaneja raiz e universitária, festival de viola caipira, parque de diversões, feiras livres e etc. No ano de 2018, realizar-se-á a XXIX edição da EXPOFAR.
Curiosamente, a divergência sobre o nome do município já estava presente entre os antigos habitantes, mas a versão mais aceita é que Fartura se deve às terras roxas da região e à abundância de peixes do ribeirão que banha a cidade. Imagem de Fartura, população,15600, renda per capita,13 567,47 reais, IDH,0,732, 2010.



Timburi é a ultima cidade do lado do Estado de São Paulo, sobre a influencia do rio Itararé, pois neste município que as aguas do Rio Itararé encontra com as aguas do rio Paranapanema.
·         Fundação: 24 de outubro de 1948 (71 anos)
·         História do Município: No último ano do século XVIII, Francisco Ferreira dos Santos e sua esposa Maria Prudência d’Oliveira, também conhecida por Maria Ferreira juntamente com um filho aportaram nesta terra e se fixaram, aproximadamente, a uma légua acima da confluência do rio Itararé com o rio Paranapanema; ali criaram uma roça e viveram por muitos anos . Cujo local, hoje, constitui o município de Timburi. Somente em 1850 essas terras foram registradas pelos irmãos Joaquim e José Ribeiro Tosta, devido a impossibilidade de Francisco Ferreira dos Santos registrá-las por haver cometido um grave delito em Ouro Fino, Minas Gerais, onde era radicado
  • Fundação: 24 de outubro de 1948 (71 anos)
  • História do Município: No último ano do século XVIII, Francisco Ferreira dos Santos e sua esposa Maria Prudência d’Oliveira, também conhecida por Maria Ferreira juntamente com um filho aportaram nesta terra e se fixaram, aproximadamente, a uma légua acima da confluência do rio Itararé com o rio Paranapanema; ali criaram uma roça e viveram por muitos anos . Cujo local, hoje, constitui o município de Timburi. Somente em 1850 essas terras foram registradas pelos irmãos Joaquim e José Ribeiro Tosta, devido a impossibilidade de Francisco Ferreira dos Santos registrá-las por haver cometido um grave delito em Ouro Fino, Minas Gerais, onde era radicado
  • A Origem do Nome: Retiro - Santa Cruz do Palmital - Santa Cruz do Paraíso - Timbury: O primeiro nome que recebeu esse atual município, foi Retiro devido a denominação dada por Francisco Paiva a um local que formou nesta localidade para criação de porcos. O documento comprovante da criação distrito de paz de Santa Cruz do Palmital, município e comarca de Pirajú, é de 21 de agosto de 1903 - lei n° 869. Entretanto, existe na cidade, em, poder do Sr. Lindolfo Camargo Alves, um documento de escritura pública de compra e venda de um imóvel, no livro de notas n° 03 fls. 62 e verso 63, referência a um terceiro nome dado ao referido distrito, de Santa Cruz do Paraiso datado de 20 de abril de 1901 tendo como vendedores Manoel Simões da Silva e sua mulher Maria Pereira de Brito, e como comprador, Antônio Martins Estevão; 
  • Criação do Município: Em 24 de outubro de 1948, o povo de Timburi atingiu a sua emancipação política, o que se realizou através de um plebiscito, confirmada pela lei 233 de 24 de dezembro de 1948 pela Assembléia Legislativa do Estado. Em 13 de março de 1949 foi realizada a primeira eleição em 02 de abril neste mesmo ano, tomou posse o primeiro prefeito da cidade de Timburi, o Sr. Francisco Viana, coloco a imagem da cidade de Timburi Timburi é uma pequena cidade agrícola com uma população de 2646 habitantes,IDH, 0,749, renda per capita 11.271, 11 reais.Sera que o Elias me ajudaria a contar esta história?É a primeira parte, falta o Parana.
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