terça-feira, 17 de março de 2020

Quem são os escolhidos, voce ja foi.

                                           

                                                                                                                                                                                            Testemunha é para toda a vida, você já foi.
                                                                                                                              Quem são os escolhidos, o custo da escolha..                                                                                                                                                             

                
    



          Salão de Festa para recepção de convidados, quem paga..
  
Há uma tradição na sociedade Brasileira, pelo menos entre os Católicos de escolher o Padrinho para o Batizado ou para o Casamento, que também ocorre no casamento em Cartório de Registro Civil.

            
         
                      Batizado costumeiro na Igreja Católica 

            

                    Batizar nas aguas é a tradição Evangélica.
                                                                           
      Muitas vezes o escolhido para ser padrinho ou testemunha era pelo poder aquisitivo do Padrinho, quando não eram os avós., mas há tambem outras formas de batizado de outras religião com imersão total em picina, Casamento quando quem esta casando é um fato social repercutindo e envolvendo a sociedade como um todo.                                                                                                                              Esta tradição esta se esvaziando, pois,  a religiosidade do povo diminuindo, entrada de outros seguimentos religiosos, não só o Católico, o Contrato Civil e não Casamento Civil e o afastamento da Igreja de um modo Geral,  o custo de um Casamento Religioso, ter que pagar Igreja, decoração da Igreja, festas ´pós- casamento, o custo do Casamento no Cartório, dificulta  a união Matrimonial nos dias de hoje. Aquele desejo das famílias de ter um casamento pomposo para seus filhos ficou mais difícil 
Casamento de um Neto de Vicente de Oliveira Trindade em Fartura, filho de Amélia de Oliveira Trindade e Caetano José de Barros, ele nasceu em Faxina. Amélia é a segunda filha de Vicente de Oliveira Trindade, Elite Farturense se encontrou,claro, menos os desafetos políticos. 


                  
  

Era costume  o primeiro filho a ser batizado, por avós paternos ou maternos, minha Mãe foi a primeira filha de José Rodrigues de Castro e Benedita Maria de Castro, foi batizada pelo seu avô Manuel Bento de Castro e Anna Gertrudes de Oliveira Teodoro, meus primos  contam que era tradição da família, Geraldo Antônio Camilo foi batizado por nossos avós Zeferino Rodrigues de e Julia Paulino de Jesus, primeiro filho do casal Francisco Antônio Camillo e Carmelinda Rodrigues Camillo, com isto era costume de todos os filhos chamarem os avós de Padrinho e Madrinha, os amigos são chamados para dar seu testemunho e não de avós.
Vendo em São Simão, Bento de Castro Pereira e sua esposa eram quase sempre chamados a testemunhar, ser padrinhos, idos de 1840,1850, 1860, João Bento de Castro com sua Esposa, Maria Efigênia de Almeida, padrinhos de Maria , filha de Francisco José da Costa e Joanna Maria em 02/01/1847 ou de Antônio em 10/07/1849  , este filho de Lucio José dos Santos,  ou Bento de Castro Pereira em 28/06/1846, batizado de Anna, filha de Lucio José dos Santos e Francisca Maria de Jesus ou padrinhos de Manuel em 21/06/1846, filho de Francisco José da Costa e Joanna Maria da Conceição.  Sempre presente Bento de Castro Pereira e Matilde Maria da Conceição e João Bento de Castro e Maria Efigênia de Almeida, o padre Jeremias Jose Nogueira. Muitas vezes acontecia, as famílias eram numerosas, escalavam o pai e uma das filhas, variando.
De 1866 mudou agora para João Bento de Castro o filho João Bento de Castro Maria Efigênia de Almeida e a esposa Maria Lourenço Vieira, ou seu primo João Bento de Castro e Anna Maria de Nazareth.
João Bento de Castro começou sua história em São Simão e repetiu em Fartura, era chamado ele e sua esposa Maria Lourenço Vieira ou uma variação ele uma das filhas, Anna, Maria, Alexandrina, ou os filhos Joaquim e uma irmã, José uma das irmãs, mas sempre um convite, como este ainda em São Simão, Luiza em 11/12/1876, filha de Francisco Antônio de Oliveira e Senhorinha Maria de Jesus ou em Fartura uma variação como falei João Bento de Castro e Maria Benta das Dores,  Maria a primeira filha de Jose Bento de Castro e  Vergilia Luiza do Espirito Santo , tinha falecido a esposa, Maria Lourenço Vieira, primeira filha do casal, este batizado em Fartura,  batizado de Pedro em 30/05/1894, filho de Salvador Cristino Vieira e Anna Maria de Jesus. Tem pessoas que são premiadas, para o bem ou para o mal, se convidava para testemunhar ou ser padrinho no religioso ou civil, pessoas que doavam um bom presente ou que não se fazia de arrogado.
Lembro de Messias de Góes Vieira, não sei se por ser homem de boa conversa ou por ter ocupado a prefeitura de Fartura sempre foi lembrado para testemunhar  ou ser padrinho de casamento,  José Pereira de Castro e Catharina de Lima em 27/07/1922 em Fartura ou de José Lopes Furquim e Luiza Benta das Dores em 28/06/1926 em Fartura e muitos outros, além de batizados..

              
                                                                                                              

     Messias de Góes Vieira, nasceu em Avaré em 25/12/1876, casado com Lazara Vidal de Góes em 04/05/1912 sendo prefeito de 15/09/1927 a 14/01/1928, foi o Vigésimo Oitavo prefeito de Fartura.
     Muitas vezes chamado para ser testemunha em um casamento ou padrinho de batismo. Voce já foi chamado, sabe de alguém que não aceitou o chamado
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Casamento quando era de uma elite os padrinhos eram pessoas da sociedade em geral como neste casamento de Pedro Rodrigues Freire e Gertrudes Maria de Oliveira, Avô de meu avô, casamento em Itapetininga, Capitão Francisco de Oliveira Pinto, casamento da primeira filha.

Lembro de outro que nunca era esquecido, José Pereira de Castro, sempre era convocado a ser padrinho ou testemunhar um casamento, não o esqueciam mesmos aqueles que pouco o conheciam iam a sua procura para testemunhar um casamento, pois sempre ajudava no casamento com transporte, ou um bom presente, nunca vi ele falar não para ninguém. Quando convivi com ele na Barra Seca sempre via os convites, devo ter visto uns 10, sei que foi muitos, ele era o preferido para ser chamado a testemunhar, quer na igreja ou no Cartório. Eu em toda a minha vida recebi poucos convites em Fartura.

                  
                 
Este era o casal preferido para testemunhar , ser padrinho de casamento em muitas vezes, volta e meia o Zezinho Mane era chamado para ser testemunha ou padrinho de casamento e ele comparecia , com um bom presente ou com sua simpatia, muitos assim o fizeram, sua benção padrinho Zezinho Mané, como todos os conheciam. Vocês se recordam. Você conhece quem sempre é escalado para ser padrinho testemunha. Me conte. Não sou simpático e nem rico, fui raramente escalado, hoje já é tarde, o tempo para mim passou.
Hoje os tempos são outros, algumas vezes no Civil, ou fazem um contrato, nada é como antigamente, tudo isto é realizado segundo os padrões de hoje dos nossos tempos, com o divórcio as uniões são mais instável, pode mudar a relação, cada dia mais facilitada.  Os contratos de diferentes modalidade civil, mas não  religiosa. O Elias póde ter a sua história,mas ainda não contou, eu contei a minha.                                                   
   Jorge Rodrigues de Oliveira                                            




                                                                  

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