sábado, 18 de abril de 2020

Voce sabe sua origem, voce póde ser um Tupi-Guarany.

                                 

                 Quem foi João Ramalho e Ana Dias (Bartira)
            Você é um Tupi Guarany, ou descende de...                                                                                    
                                                                     

                                     Mapa de São Paulo de Piratininga

                                                   

                                     João Ramalho e o filho Mameluco


Izabel Dias M´Bycy


João Ramalho, nasceu em Vouzela, Distrito de Vizeu, anos 1485 e 1493, era filho, falecendo em São Paulo, mais ou menos em 1480, provavelmente com mais de 90 anos.
Era filho de João Velho Maldonado,1460-1555, e de Catharina Afonso de Balbode, 1460-1514.
Alguns pesquisadores, afirmam que Catharina de Balbode, descende da nobreza de Portugal, sendo ela filha de Fernando de Éça, Senhor de Éça, 1378-1493 e de Isabel D`Avalos, 1395-1495. Senhor de Eça casado por várias vezes, portanto João Ramalho seria um nobre Português.
Sabe-se que por volta de 1512 ou 1515 chegou a costa Brasileiro, não se tem uma afirmação, se foi por naufrágio ou degredado. Junto com João Ramalho outro Português, Antônio Rodrigues, casado com Antônia Rodrigues, 1500, filha do Cacique Piqueroby, 1480.                                          



             Nossa Mãe era muito bonita, com seus olhinhos puxados, M´bycy.

João Ramalho, juntou-se a filha do Cacique Martin Afonso Tibiryça, 1460-1562, e a Índia Potira, 1480-1559, Tapuia, casaram em Santo André, por volta de 1560.

Foi o primeiro homem de raça branca que galgando destemidamente as grimpas da serra do mar, penetrou nas selvas do planalto Piratininga no, onde se uniu a Índia Bartira, que foi depois batizada com o nome de Isabel, filha do regulo Tibiriçá, chefe de uma tribo guianas. O casamento foi celebrado por
 Manuel da Nóbrega. Joao Ramalho nasceu em 1493, na freguesia Vouzela, comarca de Viseu, província de Beira Alta, no então reino de Portugal, e morreu em 1580 em Piratininga Era filho de João Vieira Maldonado e Catarina Afonso, João Ramalho esteve com sua prole, no ato da Fundação da Igreja e Colégio de São Paulo em 25 de janeiro de 1554, eles tiveram 9 filhos. Mas também teve filhos com numerosíssimas índias, já que na cultura nativa havia grande liberdade sexual e, além do mais, Ramalho queria agradar os demais caciques e estabelecer vínculos, ao receber suas filhas. Com seus filhos, estabeleceu postos no litoral para fazer comercio com europeus, vendendo índios prisioneiros para serem escravizados, construindo berrantinhos, reabastecendo os navios em transito e negociando o pau-brasil. Nas excursões pelo interior para capturar indios para serem vendidos como escravos os filhos de Ramalho, mamelucos com metade sangue indígena, comportavam-se com extrema crueldade. Chegou em São Vicente por volta de 1513, onde desembarcou no lagamar e tornou-se líder tupiniquim Martim Afonso a mando do Rei João III de Portugal o nomeou Guarda-mor das terras altas de Piratininga pela fundação em Piratininga de uma povoação que batizou Santo André da Borda do Campo, elevada a vila em 1553, onde Ramalho foi capitão, alcaide e vereador. Foi um dos responsáveis pela expulsão em 10 de Julho de 1562 dos Tamoios confederados que haviam assaltado a então vila de São Paulo. Depois retirou-se para o Vale do Paraíba recusando em 1564 o cargo de vereador da vila que ajudara a fundar. famiilysearch.org.
 Capitão entre os mais portugueses; segundo escreveu Taques, teve o foro de cavaleiro e foi o fundador, pelos anos de 1550, da povoação de Santo André da Borda do Campo; foi guarda-mor e alcaide-mor da dita povoação e dos campos de Piratininga, e em 1562 foi capitão-mor da expedição contra os índios Tupiniquins, que, confederados com outras tribos, tinham pouco antes dado um formidável assalto à nascente povoação de S. Paulo de Piratininga, sendo estes índios repelidos graças ao valor e intrepidez do chefe índio Tibiriçá, que já estava então batizado com o nome de Martim Affonso Tibiriçá, o qual tomou o comando da pequena força da povoação, e, correndo a todos os pontos das 
                           
                                                



                                           Os Fundadores de São Paulo

fortificações, animava a todos e assim conseguiu repelir os assaltantes com grande perda destes. Já se achava em terra João Ramalho, vivendo maritalmente com uma filha do dito chefe Tibiriçá, quando em S. Vicente desembarcou Martim Affonso com sua gente em 1532, para ali fazer, como donatário dessa capitania, seu primeiro estabelecimento e criar a povoação. São incontestáveis os serviços que desde então prestou João Ramalho, facilitando por sua influência e prestigio entre os indígenas, como medianeiro e interprete, o estabelecimento do domínio português no litoral e posteriormente em serra acima. Foi João Ramalho, por sua aliança com a f.® de Tibiriçá, que foi batizada com o nome de Izabel Dias, o tronco da maior parte da nobreza de S. Paulo; com quanto não se possa ler no manuscrito de 1613 o nome de sua mulher e nem o do cacique de quem era f.®, por estar muito apagada essa parte, todavia, conciliando-se a tradição com o que ainda se pode ler do dito manuscrito, conseguimos estabelecer como certo que o da mulher foi Bartira, segundo escreveu Machado de Oliveira, ou Mbcy, como afirmou Ter lido em algum documento o Dr. Ricardo Gumbleton, e o do cacique era Tevereçá, chefe da aldeia de Inhapuambuçú.
Quando Martim Afonso de Souza, em 1532, pela primeira vez desembarcou na praia de Bertioga, já encontrou em terra, vivendo entre os índios, dois portugueses que lhe serviram de intérpretes, João Ramalho e Antônio Rodrigues. Cia deJoão Ramalho estava ligado maritalmente a Mbicy, filha do chefe índio Tevereçá ou Tebeiriça, que tinha sede em Inhapuambuç, nas vizinhanças de São Paulo. Depois de feita católica ela recebeu o nome de Izabel Dias.
                                        

                 

                                        Mapa de São Paulo de Piratininga


É da origem de Antônia Rodrigues e Antônio Rodrigues, o principal líder Revolução Farroupilha Antônio de Souza Netto é sua descendência.
Também é desta descendência a Familia de José Rodrigues de Castro, origem de Pedro Rodrigues Freire que foi casado com Gertrudes Maria de Oliveira em Itapetininga, Família Oliveira Pinto, também está ligado aos Vieiras de Gusmão, Aos Freires e aos Lobos, aos Castro de minha avó também, Mariano, Pereira, todos originários da família Paulistana.
Deste casal vem a descendência, Garcia Rodrigues, 1479-15.., D. Isabel Velho, 1470- 15.., descendência Paulistana, sei que sou um deles.
De João Ramalho, e Isabel M´bycy Dias, também com suas descendências, de origem branco, e indígena que falam ser mongol, vem nossa família Paulistana.
São estes os casais que originariamente construíram uma prole também, filhos de João Ramalho com Bartira.
1) Joana Ramalho, 1513-1590, casada com Cap. Mor Jorge Ferreira, 1504-1591. Com 02 filhos e descendência.
2) Antônio de Macedo Ramalho, 1521-1603, casado em 1560 em São Paulo com Anna Isabel Dias Machado, 1540-1618. Com 10 filhos.
3) André Fernandes Ramalho, 1530, 1588, casamento em São Paulo, com Maria Paes, 1568-1616. Com 06 filhos e descendência.
4) F. Ramalho, 1530-1600, com Antônio de Macedo, -1600. Com 03 e descendência.
5) Margarida Ramalho, 1533-1574, casada em São Paulo, 15.., com Pedro Parente, 1510-1600.Com dois filhos.
6)Catharina Ramalho Ferreira, 1538-, casamento em São Paulo com Gonçalo Camacho, 1525-1610. Com 04 filhos com descendência.
7) Antônia Quaresma Ramalho, com Bartolomeu Dias Camacho, 1490-. Com 07 filhos com descendência.
Da prole deste casal consta 18 filhos, mas somente estes constam descendência, e João Ramalhos não considerava os ilegítimos, que eram muitos.                               
  Alguma carta de Anchieta descrevia o que encontrou aqui nestas terras.              
                                                     



Estes índios parecem não terem religião, nem adorarem Deus algum62. Apenas “algum feiticeiro há entre eles a que chamam Page" 63 e "têm alguma notícia do diluvio, mas muito confusa"64. "Depois de cristãos têm algumas cousas notáveis e a primeira é que são tanquam tabula rasa para imprimires-lhes todo o bem". 65 NECESSIDADE DA SUJEIÇÃO Precisa, porém, obrigá-los "a fazer por força o que não se resolveriam a fazer por amor"66 : "Todos estes impedimentos e costumes são mui fáceis de se tirar se houver temor e sujeição, como se viu por experiência desde do tempo do governador Mem de Sá até agora; porque com o os obrigar a se juntar e terem igreja, bastou para receberem a doutrina dos Padres e perseverar nela até agora, e assim será sempre, durando  o esta sujeição".
Meu objetivo é mostrar as origens do povo Paulista, claro que Fartura esta neste contexto, pois é só verificarmos sobrenomes veremos que em nossas veias corre o sangue Tupi- Guarany que habitavam nossa região antes de chegarmos.
Por isto pergunta você é um Pindorama ou é um Brasileiro.               

3 comentários:

  1. Nos meu corpo corre sangue Brasileiro, pois tenho sangue Tupi- Guarany, voce sabe sobre voce.

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  2. Muitos creem ser nobre é pertencer a uma dinastia Européia, mas ser Tupi Guarani também é ser nobre. Eu sou Tupi Guarani e me orgulho de ser.

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  3. Sou descendente deles por pelo menos duas ramificações da minha árvore genealógica.

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