Quem foi João Ramalho e Ana Dias (Bartira)
Você
é um Tupi Guarany, ou descende de...
João
Ramalho e o filho Mameluco
Izabel Dias M´Bycy
João Ramalho, nasceu em Vouzela, Distrito de Vizeu, anos
1485 e 1493, era filho, falecendo em São Paulo, mais ou menos em 1480,
provavelmente com mais de 90 anos.
Era filho de João Velho Maldonado,1460-1555, e de Catharina
Afonso de Balbode, 1460-1514.
Alguns pesquisadores, afirmam que Catharina de Balbode,
descende da nobreza de Portugal, sendo ela filha de Fernando de Éça, Senhor de
Éça, 1378-1493 e de Isabel D`Avalos, 1395-1495. Senhor de Eça casado por várias
vezes, portanto João Ramalho seria um nobre Português.
Sabe-se que por volta de 1512 ou 1515 chegou a costa
Brasileiro, não se tem uma afirmação, se foi por naufrágio ou degredado. Junto
com João Ramalho outro Português, Antônio Rodrigues, casado com Antônia
Rodrigues, 1500, filha do Cacique Piqueroby, 1480.
Nossa Mãe era muito bonita, com seus olhinhos
puxados, M´bycy.
João Ramalho, juntou-se a filha do Cacique Martin Afonso
Tibiryça, 1460-1562, e a Índia Potira, 1480-1559, Tapuia, casaram em Santo André,
por volta de 1560.
Foi o primeiro homem de raça branca que galgando destemidamente as grimpas da serra do mar, penetrou nas selvas do planalto Piratininga no, onde se uniu a Índia Bartira, que foi depois batizada com o nome de Isabel, filha do regulo Tibiriçá, chefe de uma tribo guianas. O casamento foi celebrado por Manuel da Nóbrega. Joao Ramalho nasceu em 1493, na freguesia Vouzela, comarca de Viseu, província de Beira Alta, no então reino de Portugal, e morreu em 1580 em Piratininga Era filho de João Vieira Maldonado e Catarina Afonso, João Ramalho esteve com sua prole, no ato da Fundação da Igreja e Colégio de São Paulo em 25 de janeiro de 1554, eles tiveram 9 filhos. Mas também teve filhos com numerosíssimas índias, já que na cultura nativa havia grande liberdade sexual e, além do mais, Ramalho queria agradar os demais caciques e estabelecer vínculos, ao receber suas filhas. Com seus filhos, estabeleceu postos no litoral para fazer comercio com europeus, vendendo índios prisioneiros para serem escravizados, construindo berrantinhos, reabastecendo os navios em transito e negociando o pau-brasil. Nas excursões pelo interior para capturar indios para serem vendidos como escravos os filhos de Ramalho, mamelucos com metade sangue indígena, comportavam-se com extrema crueldade. Chegou em São Vicente por volta de 1513, onde desembarcou no lagamar e tornou-se líder tupiniquim Martim Afonso a mando do Rei João III de Portugal o nomeou Guarda-mor das terras altas de Piratininga pela fundação em Piratininga de uma povoação que batizou Santo André da Borda do Campo, elevada a vila em 1553, onde Ramalho foi capitão, alcaide e vereador. Foi um dos responsáveis pela expulsão em 10 de Julho de 1562 dos Tamoios confederados que haviam assaltado a então vila de São Paulo. Depois retirou-se para o Vale do Paraíba recusando em 1564 o cargo de vereador da vila que ajudara a fundar. famiilysearch.org.
Capitão entre os mais portugueses; segundo
escreveu Taques, teve o foro de cavaleiro e foi o fundador, pelos anos de 1550,
da povoação de Santo André da Borda do Campo; foi guarda-mor e alcaide-mor da
dita povoação e dos campos de Piratininga, e em 1562 foi capitão-mor da
expedição contra os índios Tupiniquins, que, confederados com outras tribos,
tinham pouco antes dado um formidável assalto à nascente povoação de S. Paulo
de Piratininga, sendo estes índios repelidos graças ao valor e intrepidez do
chefe índio Tibiriçá, que já estava então batizado com o nome de Martim Affonso
Tibiriçá, o qual tomou o comando da pequena força da povoação, e, correndo a todos
os pontos das
Os
Fundadores de São Paulo
fortificações,
animava a todos e assim conseguiu repelir os assaltantes com grande perda
destes. Já se achava em terra João Ramalho, vivendo maritalmente com uma filha
do dito chefe Tibiriçá, quando em S. Vicente desembarcou Martim Affonso com sua
gente em 1532, para ali fazer, como donatário dessa capitania, seu primeiro
estabelecimento e criar a povoação. São incontestáveis os serviços que desde
então prestou João Ramalho, facilitando por sua influência e prestigio entre os
indígenas, como medianeiro e interprete, o estabelecimento do domínio português
no litoral e posteriormente em serra acima. Foi João Ramalho, por sua aliança
com a f.® de Tibiriçá, que foi batizada com o nome de Izabel Dias, o tronco da
maior parte da nobreza de S. Paulo; com quanto não se possa ler no manuscrito
de 1613 o nome de sua mulher e nem o do cacique de quem era f.®, por estar
muito apagada essa parte, todavia, conciliando-se a tradição com o que ainda se
pode ler do dito manuscrito, conseguimos estabelecer como certo que o da mulher
foi Bartira, segundo escreveu Machado de Oliveira, ou Mbcy, como afirmou Ter
lido em algum documento o Dr. Ricardo Gumbleton, e o do cacique era Tevereçá,
chefe da aldeia de Inhapuambuçú.
Quando
Martim Afonso de Souza, em 1532, pela primeira vez desembarcou na praia de
Bertioga, já encontrou em terra, vivendo entre os índios, dois portugueses que
lhe serviram de intérpretes, João Ramalho e Antônio Rodrigues. Cia deJoão
Ramalho estava ligado maritalmente a Mbicy, filha do chefe índio Tevereçá ou
Tebeiriça, que tinha sede em Inhapuambuç, nas vizinhanças de São Paulo. Depois
de feita católica ela recebeu o nome de Izabel Dias.
Mapa de São Paulo de Piratininga
É da origem de Antônia Rodrigues e Antônio
Rodrigues, o principal líder Revolução Farroupilha Antônio de Souza Netto é sua
descendência.
Também
é desta descendência a Familia de José Rodrigues de Castro, origem de Pedro
Rodrigues Freire que foi casado com Gertrudes Maria de Oliveira em Itapetininga,
Família Oliveira Pinto, também está ligado aos Vieiras de Gusmão, Aos Freires e
aos Lobos, aos Castro de minha avó também, Mariano, Pereira, todos originários
da família Paulistana.
Deste
casal vem a descendência, Garcia Rodrigues, 1479-15.., D. Isabel Velho, 1470-
15.., descendência Paulistana, sei que sou um deles.
De João Ramalho, e Isabel M´bycy Dias, também
com suas descendências, de origem branco, e indígena que falam ser mongol, vem
nossa família Paulistana.
São
estes os casais que originariamente construíram uma prole também, filhos de
João Ramalho com Bartira.
1) Joana
Ramalho, 1513-1590, casada com Cap. Mor Jorge Ferreira, 1504-1591. Com 02
filhos e descendência.
2) Antônio
de Macedo Ramalho, 1521-1603, casado em 1560 em São Paulo com Anna Isabel Dias
Machado, 1540-1618. Com 10 filhos.
3)
André Fernandes Ramalho, 1530, 1588, casamento em São Paulo, com Maria Paes,
1568-1616. Com 06 filhos e descendência.
4) F.
Ramalho, 1530-1600, com Antônio de Macedo, -1600. Com 03 e descendência.
5)
Margarida Ramalho, 1533-1574, casada em São Paulo, 15.., com Pedro Parente,
1510-1600.Com dois filhos.
6)Catharina
Ramalho Ferreira, 1538-, casamento em São Paulo com Gonçalo Camacho, 1525-1610.
Com 04 filhos com descendência.
7) Antônia
Quaresma Ramalho, com Bartolomeu Dias Camacho, 1490-. Com 07 filhos com descendência.
Da prole
deste casal consta 18 filhos, mas somente estes constam descendência, e João
Ramalhos não considerava os ilegítimos, que eram muitos.
Alguma carta de Anchieta descrevia o que encontrou aqui nestas terras.
Estes índios
parecem não terem religião, nem adorarem Deus algum62. Apenas “algum feiticeiro
há entre eles a que chamam Page" 63 e "têm alguma notícia do diluvio,
mas muito confusa"64. "Depois de cristãos têm algumas cousas notáveis
e a primeira é que são tanquam tabula rasa para imprimires-lhes todo o
bem". 65 NECESSIDADE DA SUJEIÇÃO Precisa, porém, obrigá-los "a fazer
por força o que não se resolveriam a fazer por amor"66 : "Todos estes
impedimentos e costumes são mui fáceis de se tirar se houver temor e sujeição,
como se viu por experiência desde do tempo do governador Mem de Sá até agora;
porque com o os obrigar a se juntar e terem igreja, bastou para receberem a
doutrina dos Padres e perseverar nela até agora, e assim será sempre, durando o esta
sujeição".
Meu objetivo é
mostrar as origens do povo Paulista, claro que Fartura esta neste contexto,
pois é só verificarmos sobrenomes veremos que em nossas veias corre o sangue
Tupi- Guarany que habitavam nossa região antes de chegarmos.
Por isto pergunta você é um Pindorama ou é um
Brasileiro. 






Nos meu corpo corre sangue Brasileiro, pois tenho sangue Tupi- Guarany, voce sabe sobre voce.
ResponderExcluirMuitos creem ser nobre é pertencer a uma dinastia Européia, mas ser Tupi Guarani também é ser nobre. Eu sou Tupi Guarani e me orgulho de ser.
ResponderExcluirSou descendente deles por pelo menos duas ramificações da minha árvore genealógica.
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