terça-feira, 24 de março de 2020

A assombração que gostava de ser atropelada

                                         Histórias que os povos contam

                Assombração que gostava de ser atropelada.

Me incomoda ao chegar uma época do ano quando começa a história e o modismo da bruxa Americana e seus aluwins, sei lá como se escreve.
Gastam-se dinheiro em roupas, produtos das bruxas, come -se abobora de tudo quanto é jeito, escolas festejam a data, escolas brasileiras.
Quem é que já não ouviu dizer do nosso Saci Pererê, da Mula sem Cabeça, do folclorismo do Diabo, do Caapora, do Lobisomem e dos Bois Tatas,


                         
                                                                                                   
                         Saci-pererê, mula sem cabeça.

Assombrações, tem de todas as espécies. Aparecem no momento emotivo os Padres cobrando a fé, os Soldados indo para a luta, o valentão espancando o cidadão, também porque não falar também do Espiritismo que leva as pessoas a um estado de transe e  falar também da hipnose.
                                                                                      

                     
                                                                                                          
       Castelinho fica aqui em São Paulo, próximo a Av. São João.

Todas estas situações e ume estado de transe que leva as pessoas a sentir aquela situação.
 Vou mostrar um exemplo que é comum ; você pôde entrar em transe quando você esta quase dormindo, e naquele momento reproduzir uma imagem de alguém flutuando a sua frente e te dizendo algo, pôde ser uma pessoa conhecida ou alguém do quais você ouviu falar.
Há casos de terapia, onde um especialista de sugestiona situações para curar um trauma.
Mas o que vou contar é a história que um amigo de curso de especialização, no ABC, na nossa turma, tinha um rapaz da Cidade de Pirajuí, sendo do interior, nos tempos vagos contávamos alguma coisa.
Um dia começamos a falar sobre assombração. Contei a história, do alguém tomou meu chapéu aqui.
Antônio falou vou contar uma história muito conhecida dos moradores de Pirajuí.
Chegando próximo, tem umas curvas na estrada e uma mata fechada, claro isto contado nos anos 90, la de vai 25 anos, talvez hoje a estrada esta duplicada a mata não exista mais.
Antônio morando no ABC, também moravam seus familiares, seu pai morava aqui e era motorista de caminhão.
Antônio comprou seu carro, que era seu desejo, ir para Pirajuí, para mostrar o carro para os parentes.
Combinou com seu pai, saíram daqui depois do expediente de sexta-feira, se mandaram para Pirajuí.
Seu pai foi para o banco de traz do carro e foi dormindo, chegando naquelas curvas antes de Pirajuí, não é que do nada viu um vulto na estrada, acreditou , tudo normal, caminhou mas uns 500 metros, der repente do nada aparece no meio da estrada uma mulher, toda de branco, não deu tempo de frear, sentiu todo o barulho do atropelamento e ficou desesperado, chamou seu pai. Pai, pai, acordou seu pai acabei de atropelar uma mulher, que que a gente vai fazer agora.
Seu pai falou tranquilamente, toca o barco, vamos embora, eu e meus amigos já atropelamos esta mulher aí muitas vezes, nunca amassamos o carro atropelando esta mulher.
Outro dia de manhã já na casa de seu avô, foi verificar o carro, não havia amassado o carro em nada.

         
                        

 Finalizando; assombração que gostava de ser atropelada. 
       

Um comentário:

  1. Uma pequena história que me foi contado quando fazia um curso de especialização em São Paulo, meu amigo Antonio la se vão 25 anos , mas eu não esqueci.

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