Pés de Bode ou Ford 29
Fartura tinha nos anos 60 alguns proprietários de carros Pé
de Bodes.
Este veículo era o preferidos dos Taxistas, lembro do Fernando
Maza, Carlim Richter, Henrique Richter, mas tinha outros que já tinha carros
mais modernos, como o José Augusto, Odenir, filho do Ângelo Padeiro, tinha mais
um taxista que não me vem seu nome agora.
Com o tempo, todos trocaram
seus Ford 29, por um carro de capota,
Estes taxistas conviviam
muito bem, sempre estavam juntos., inclusive para pescarias.
Era comum marcarem suas
pescarias para o meio de semana.
Morávamos no Chiquinho
Garcia e tínhamos um Barco de madeira, era comum vir em casa, pediam a chave do
cadeado do Barco.
Vinham no período da tarde
e ficavam até 09,00 horas da noite. E passavam em casa e devolviam a chave.
Dentre estes pescadores,
naquele dia foi alguém que tinha o Pé de Bode, que não estava pegando na
partida, usavam uma manivela, ou deixava em uma decida para pegar no tranco.
Voltando da pescaria para o
carro (PÉ de Bode) la pelas 09,00 horas, viram o carro na barroca.
Foram tentar fazer pegar o
tal Ford 29, não dava sinal de partida nem na manivela. Já estava escuro, não
tinham como concerta-lo
Tiveram que dormir sem
agasalho nenhum, sentado dentro, nada confortável.
De manhã abriram a frente,
o capô, os fios todos desligados, religaram e empurrar para sair da barroca.
Quando foi mais ou menos
09,00 horas, passaram em casa para entregar a chave do barco e contaram o
ocorrido ao meu pai.
Um pensamento, este carro
era tão simples que não tinha sofisticação nenhuma, tão simples para
recupera-lo. Sabe que em casa não conseguimos descobrir os donos do ataque aquele
Pé de Bode. Lembro o rosto de sono dos três pescadores envolvidos e a raiva.
O Elias deve se recordar do
ocorrido com os três pescadores do Pé de Bode. Os pescadores sei quem eram, mas
os arruaceiros do pé de bode não me recordo quem foram.
Um barco igual a que nós tínhamos e era usados
pelos amigos de meu Pai

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